<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198</atom:id><lastBuildDate>Tue, 08 Dec 2009 00:05:40 +0000</lastBuildDate><title>Ribeira das Naus</title><description>Fiéis ao romance, cruzaremos rotas sem fim.</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/</link><managingEditor>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>237</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-844992828153675759</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 00:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-08T00:05:40.901Z</atom:updated><title>Momento de perda</title><description>Gravar e registar o momento é sempre um momento de perda. A partir daquele momento deixa de ser possível alterar o modo de cantar e de entoar aquela letra e aquela palavra. Ficará eternizado aquele momento e não outro. Aceitar isto é violento. Violento porque implica perder a possibilidade de alterar aquela pista e significa o fim da liberdade. Também nos arranjos é assim. Grava-se aquela linha melódica e não outra e passadas umas horas já queremos experimentar uma nova melodia, um novo arranjo. Violência e perda dão origem a sentimentos de frustração e possessividade. Esta é a dura consequência da partilha e do registo momentâneo de algo que está em constante evolução.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-844992828153675759?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/12/momento-de-perda.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-4977449536133388840</guid><pubDate>Sun, 06 Dec 2009 12:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-06T12:45:07.373Z</atom:updated><title>No Salão de descanso</title><description>Afinal foi no Teatro Tivoli. O regresso &lt;a href="http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2008/11/canaviais-ao-vento.html"&gt;aguardado&lt;/a&gt; da Vitoria Legrand e de Alex Scally. Confesso que já não consegui assistir ao concerto. Como não assisti à maior parte dos espectáculos. Primeiro dia com Quais, Samuel Úria e Voxtrot. Segundo dia com Golpes, Little Joy e Kap Bambino. E está fechado. Hoje é um dia diferente e chegou a hora de gravar o que falta ser gravado para ainda antes do fim do ano colocar uma canção no tocador num dos nossos espaços. Depois de mais um festival na Avenida, faz cada vez menos sentido ficar só a assistir. Chegou a hora de deixar a azáfama dos bastidores, deixando à espera o resto da banda no salão de descanso e dedicar-me apenas a ela e à banda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-4977449536133388840?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/12/no-salao-de-escanso.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-4640599703780446854</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 00:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-04T00:14:04.432Z</atom:updated><title>Bonita Hora</title><description>Que bonito, Fachada. Já escutei na íntegra o novo disco do B Fachada. Uma parte do pedido natalício já foi satisfeita. Das notas impressas neste novo disco inteiro já gosto mais. E da maioria das canções também. Tenho cá para mim que é este disco que vai pôr o Fachada a tocar nas rádios menos alternativas e a percorrer os pianos deste país. Será com este disco, ligeiro e mais romântico, que chegará ao coração das mulheres. Perdem-se as camadas da &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Viola Braguesa&lt;/span&gt; e os devaneios do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Fim de Semana&lt;/span&gt; para o piano, as valsas e as harmonias consonantes ganharem. As letras são as dele, como sempre. Um disco-emblema e de autor. Assim, sem qualquer etiqueta. Era hora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-4640599703780446854?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/12/bonita-hora.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-7348430264433780480</guid><pubDate>Thu, 03 Dec 2009 00:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-03T02:47:01.349Z</atom:updated><title>Bilionária</title><description>Há demasiado tempo que não escrevo sobre uma produção recente do Hip-Hop R&amp;B. Uns dizem que o estilo já morreu há uns anos e voltou a morrer há umas semanas. Longa vida aos mortos. Por isso chamo a vossa atenção para uma das mais recentes produções de Polow da Don. Escrevi sobre ele o ano &lt;a href="http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2008/06/clube-do-amor.html"&gt;passado&lt;/a&gt; e este ano ainda não. Polow da Don produz o single de 50 Cent com o Ne-Yo, o "Baby by Me". 50 Cent, gigante. Ne-Yo, sedutor. Polow da Don, produtor. "Baby by Me" tem aqueles graves das primeiras produções de Polow e as partes mais delicadas de um bom êxito MTV. Faz todo o sentido, portanto, espetar aqui em baixo o vídeo de mais um bom tema Donoiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="334"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/030VHbkVmEg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/030VHbkVmEg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="334"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-7348430264433780480?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/12/bilionaria.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-1487012582784009367</guid><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 01:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-01T02:16:45.149Z</atom:updated><title>Pedido Natalício</title><description>Primeiro dia do último mês do ano e convencionou-se a ideia que lançar um disco, um longa duração, no fim do ano é uma má decisão comercial. Mas de comércio e de economia vivem mal as canções. É fim do ano então e as lojas estarão cheias de novos presentes e no meio deles dois discos, de dois cantores-autores próximos, que chegam às bancadas praticamente ao mesmo tempo. O do Samuel e o do Bernardo. Úria e Fachada. O tempo mostrou: há quem prefira a independência, individualidade e produtividade e há quem seja fiel à sua casa para sempre. Acredito surdamente que haja canções belas e sussurrantes nos dois discos à espera da minha compra natalícia. Como não compro nada no Natal alguém me ofereça então estas canções de fim de ano. É um pedido natalício.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-1487012582784009367?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/12/pedido-natalicio.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-839605712359215811</guid><pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-29T22:23:43.372Z</atom:updated><title>Parede de Som</title><description>É bom chegar agora às The Crystals e entender a influência das suas canções e da produção de Phil Spector no presente da canção pópe. A começar na versão de "He Hit Me (It Felt Like A Kiss)" dos Grizzly Bear até ao início de "Then He Kissed Me" que é totalmente Animal Collective/Panda Bear. Soa então a familiar escutar The Crystals agora, como se o som das suas canções estivesse espalhado pelas amostras usadas na produção moderna. O resto é a tal produção revolucionária à qual já estamos tão habituados que já faz parte da forma como ouvimos canções. É a tal parede de som.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-839605712359215811?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/parede-de-som.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-170418124243825220</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-27T01:44:15.888Z</atom:updated><title>Dicionários herméticos</title><description>Enquanto aguardo a chegada dos discos compactos para a possível sequência "Lithium", "Popular" e "Undone - The Sweater Song" de mais logo, troco mensagens na ferramenta de relacionamento social. E chego a conclusões. Concluo que estou a tornar-me hermético. Fechado e completamente obscuro. Concluo igualmente que os meus dicionários estão ali à distância de um clique. Os meus dicionários actuais são três. A Maria, a Joana e o Francisco. Nestes três dicionários habitam os significados de três almas e de três poetas. Ah, a papoila embrutecida, os espíritos e a composição férrea. Mais logo, no Alquimista, a definição de Feromona.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-170418124243825220?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/dicionarios-hermeticos.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-3430793448847967990</guid><pubDate>Wed, 25 Nov 2009 01:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-25T02:03:47.017Z</atom:updated><title>O Inventor</title><description>Não acompanhei O Céu ou Las Vegas. Cheguei lá, ao disco, depois de conhecer o Manuel. Esta semana o Manuel regressa com &lt;a href="http://o-inventor.blogspot.com/"&gt;O Inventor&lt;/a&gt;. Volta a roubar o nome a uma canção dos Heróis do Mar e o ano no subtítulo  é o da conquista de Ceuta. A blogosfera pode já não ser o sítio onde se projectam os sonhos. Nunca o foi. Escrever e partilhar o nosso conhecimento é acrescentar riqueza ao dia-a-dia. E hoje, que Ceuta é que estará por conquistar. E hoje, qual será o mar que faltará navegar. E hoje, qual será o Brasil em que iremos aterrar. Continua a ser muito difícil dar a entender o que é Portugal. Bem-vindo de volta, amigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-3430793448847967990?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/o-inventor.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-6415296922477931185</guid><pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-24T02:26:56.140Z</atom:updated><title>Património líquido</title><description>Os tempos que se aproximam são tempos de balanço. O balanço pressupõe um activo e um passivo. A diferença entre o activo e o passivo é o património líquido. O património criado já começa a ser visível e já faz parte do passado e do presente. Há um caminho diferente que novos actores parecem querer trilhar, apesar dos escolhos. E quanto a esses é preciso distância e afastamento. Os tempos que se aproximam são também tempos de desafio. Ainda há muito caminho por percorrer, por isso é necessário continuar a desafiar quem quer dançar um baile diferente. As canções não terão fim, tal como as opiniões. Seja como alternador de discos, seja como produtor, este é o tempo para continuar a criar património. Património líquido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-6415296922477931185?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/patrimonio-liquido.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-1842718134256455291</guid><pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-29T11:35:28.140Z</atom:updated><title>"Ano Certo"</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Qlo9PiU8tfI/SwdJaJ59kBI/AAAAAAAAAJ8/g8iIq9xmWAU/s1600/1257540209_band_album_cover_art_mo_best_coast_detail.gif"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Qlo9PiU8tfI/SwdJaJ59kBI/AAAAAAAAAJ8/g8iIq9xmWAU/s400/1257540209_band_album_cover_art_mo_best_coast_detail.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5406370591366025234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho por hábito colocar capas de discos nas mensagens do blogue, mas a urgência deste sete polegadas é demasiada e os blogues também são consequência do impulso da escrita e da necessidade de partilha constante. A imagem que estão a ver ali em cima é do sete polegadas de Best Coast na editora Black Iris. A tal banda que só lança &lt;a href="http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/cancoes-videos-e-sete-polegadas.html"&gt;sete polegadas&lt;/a&gt;. Com este vão três e ainda falta o quarto a lançar na PPM. Este da Black Iris contém a incrível "When I'm With You", uma das minhas canções do ano. Best Coast em 2009 é como Arcade Fire em 2004. Ou como Vampire Weekend em 2007. Será a banda que todos vão conhecer só no ano seguinte e a parte do mundo que conheceu no "ano certo" vai fazer questão de dizer isso mesmo o resto da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-1842718134256455291?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/ano-certo.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Qlo9PiU8tfI/SwdJaJ59kBI/AAAAAAAAAJ8/g8iIq9xmWAU/s72-c/1257540209_band_album_cover_art_mo_best_coast_detail.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-7103171930609185397</guid><pubDate>Thu, 19 Nov 2009 01:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-19T02:55:24.225Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Clássico do Hip Hop</category><title>Clássico do Hip Hop #8</title><description>Ao fim de sete entradas é inevitável regressar ao Wu-Tang Clan. Desta vez através de Raekwon. Raekwon The Chef. Esta entrada é inteiramente dedicada a "Ice Cream". É a décima quinta faixa do primordial disco &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Only Built 4 Cuban Linx...&lt;/span&gt; e é produzida por RZA. "Ice Cream" conta também com os versos de Method Man, Ghostface Killah e Cappadonna, além de Raekwon obviamente. Uma prova clara e objectiva da eficácia do rap destes quatro rapazes e um hino a todas as carrinhas de venda gelados e à sua passagem pela vila. Depois delas, nada fica como antes. O vídeo segue a linha metafórica das palavras ditas, misturando perigosamente os inúmeros sabores e o discurso solto e directo dos intervenientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="336"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j05fJPvfJ0g&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/j05fJPvfJ0g&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="336"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artista: Raekwon&lt;br /&gt;Faixa: Ice Cream&lt;br /&gt;Álbum: Only Built 4 Cuban Linx...&lt;br /&gt;Ano: 1995&lt;br /&gt;Verso: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Watch these rap niggaz get all up in your guts&lt;br /&gt;French-vanilla, butter-pecan, chocolate-deluxe&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-7103171930609185397?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/classico-do-hip-hop-8.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-1460378602365885410</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-16T16:14:46.341Z</atom:updated><title>Abençoados</title><description>É costume dizer que a chuva abençoa. Já repararam na grandeza desta imagem. A chuva abençoa-nos. Os tempos de chuva são, de uma certa maneira, tempos de dizer bem e dar graças por tudo aquilo que já aconteceu. Isto é, o calor já lá vai, por isso agradecemos e somos abençoados. Tudo é imagem. O real, no entanto, está bem vivo. A realidade mostra que a &lt;a href="http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/inicio-e-desenvolvimento.html"&gt;viagem&lt;/a&gt; ao Norte foi uma benção. Afinal as imagens podem ser reais, os sonhos podem ser realizados e até a chuva aparece para abençoar a terra e o asfalto. Há uns anos que estavam &lt;a href="http://desorientados.blogspot.com/2009/11/assim-foi-o-norte.html"&gt;desorientados&lt;/a&gt;, e ainda estarão, mas agora cada vez mais abençoados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-1460378602365885410?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/abencoados.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-886529958948527513</guid><pubDate>Sat, 14 Nov 2009 03:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-14T04:11:50.783Z</atom:updated><title>Cê Kapa</title><description>Caro &lt;a href="http://complexidadeecontradicao.blogspot.com/2009/11/strokes-1998-2009.html"&gt;Lourenço&lt;/a&gt;, com que então os Strokes acabaram. Concordo. The Strokes.  Felizmente a minha "bóia de salvação" é outra. Gostava era de saber o que teria acontecido ao Rock, com cê kapa, se os Strokes não tivessem existido. Para já, deixariam de existir comparações com eles e isso acabaria com os trocadilhos fáceis como Strokes de Queluz ou Strokes de Lisboa. Depois, o Rock seria quase todo igual ao Rock, ou melhor, Pós-Rock, dos Radiohead dos anos zero e isso seria uma quase chatice. Por isso, já que te &lt;a href="http://complexidadeecontradicao.blogspot.com/2009/06/culpa.html"&gt;hiperligo&lt;/a&gt;, concordo quase-sempre com o que pensas, mas aquilo que foi escrito há uns meses num jornal não foi uma crítica a um disco. Foi outra coisa, mas crítica a um disco não foi. A antropologia é que é interessante como tema de discussão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-886529958948527513?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/ce-kapa.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-8869315888347660703</guid><pubDate>Fri, 13 Nov 2009 02:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-13T02:25:14.321Z</atom:updated><title>Início e Desenvolvimento</title><description>Hoje, daqui a umas horas, a aventura roque éne role parte rumo ao Norte. É com tristeza que não acompanho a comitiva. Os Velhos e os Lobos Maus partem à descoberta. À descoberta de novos públicos, de novos olhares e de novas danças. Celebra-se o início. O início de alguma coisa que já começou mas ainda não começou mesmo. A primeira volta fora de casa é sempre única e irrepetível, feita de emoções e alegrias das primeiras vezes. Estarei convosco em espírito murmurando as canções. Por cá, anuncia-se o cartaz do festival mais importante desta época. A presença de duas bandas editadas na casa ali ao lado é motivo de festejo. É o desenvolvimento normal do percurso das bandas do futuro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-8869315888347660703?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/inicio-e-desenvolvimento.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-7531316181849202347</guid><pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-10T13:14:25.607Z</atom:updated><title>Loiraças</title><description>Para entender como de um momento para o outro aparecem mil bandas novas é necessário olhar com atenção para a evolução de uma banda californiana chamada Pearl Harbor. A maioria de vós não conhecerá ainda esta banda, mas não faltará muito para conhecerem. Esta banda será o próximo caso de estudo sobre bandas novas que podem vir a ser grandes durante uma semana no próximo ano. Para já as canções que circulam na rede, devido à partilha do blogue gorilacontraurso, permitem escutar uma banda com melodias fortíssimas e o tal cheiro a Califórnia que paira em cada segundo da audição. Com duas loiraças na formação e na imagem da banda têm tudo para ir muito longe e chegar à galeria zé dos bois no próximo ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-7531316181849202347?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/loiracas.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-595617976584605194</guid><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T00:41:04.257Z</atom:updated><title>Rubens</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Qlo9PiU8tfI/Svdho2KcKkI/AAAAAAAAAJ0/rUuQ600Qfk4/s1600-h/rubens.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 329px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Qlo9PiU8tfI/Svdho2KcKkI/AAAAAAAAAJ0/rUuQ600Qfk4/s400/rubens.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401893632416164418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Jorge e o Dragão&lt;br /&gt;Peter Paul Rubens (1606-1607)&lt;br /&gt;Óleo sobre tela&lt;br /&gt;427 × 312 cm&lt;br /&gt;Museu do Prado, Madrid, Espanha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-595617976584605194?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/rubens.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Qlo9PiU8tfI/Svdho2KcKkI/AAAAAAAAAJ0/rUuQ600Qfk4/s72-c/rubens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-6492519433773955342</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T14:09:41.471Z</atom:updated><title>Sobre a mistificação</title><description>Só agora é que tive tempo para ler tudo. Todo o &lt;a href="http://www.bodyspace.net/noticia.php?id=00790"&gt;artigo&lt;/a&gt; do Rodrigo Nogueira e todas as hiperligações do mesmo que resumem a vida de todos nós. Vale mesmo a pena a ler tudo, mesmo que tome alguns preciosos minutos da nossa vida. Cheguei ao fim da leitura e não compreendi. E agora estou completamente perdido, a minha vida perdeu todo o sentido e já não sei se gosto mesmo de todas as bandas referidas no artigo, incluindo os Black Lips. Estava a pensar ir ao &lt;a href="http://www.lastfm.com.br/event/1242579+Black+Lips+at+Caixa+Econ%C3%B3mica+Oper%C3%A1ria+on+11+November+2009"&gt;concerto&lt;/a&gt; da próxima quarta-feira com uma tixârte do gajo de Wavves. Mas depois desta leitura perdi a vontade. Não compreendo. A vida já não tem sentido. A vida é uma mistificação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-6492519433773955342?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/sobre-mistificacao.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-321802400441675162</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T12:22:52.408Z</atom:updated><title>Solo Piano</title><description>Ontem fui ao concerto de Gonzales ao Piano a solo. A igreja da Culturgest encheu-se para receber o excêntrico e egocêntrico canadiano. Gostei bastante do concerto, apesar de ter dispensado o segundo regresso ao palco. Foi entretenimento a bom preço, porque ainda tenho menos de 30 anos. Gonzales encarnou a sua personagem, tocou algumas canções do novo disco e depois desconstruiu temas clássicos e alguns êxitos da década de 80. No meio disto tudo também fez rap e colocou o público a fazer as batidas. Ainda afirmou que o Hip Hop permite mostrar aos outros o que tu queres que os outros pensem quem tu és. Aula importante esta. Este blogue, como sabem, é um blogue de Hip Hop.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-321802400441675162?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/solo-piano.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-3713178164465957398</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 02:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T10:07:16.599Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Disco Disco Disco</category><title>Disco Disco Disco #5</title><description>Depois de uma semana a gravar um disco é necessário voltar a esta rubrica. Desta vez relembro Cerrone e a sua estreia a solo. Foi com "Love in C Minor" que Cerrone iniciou a sua carreira a solo. Ainda nessa altura era o baterista do agrupamento Kongas e antes foi responsável pelo recrutamento de artistas e bandas para o Club Med. Com a ajuda de Alec R. Costandinos, Cerrone criou o primeiro êxito de música de dança com toque francês e o resto é história. São dezasseis minutos em busca do prazer total. Como a versão longa não existe em vídeo fica a versão curta, e começa aos seis segundos, que está no DVD &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Cerrone Culture&lt;/span&gt; de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="334"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hK_9VXiyC3Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hK_9VXiyC3Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="334"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artista: Cerrone&lt;br /&gt;Faixa: Love in C Minor&lt;br /&gt;Produtores: Cerrone e Alec R. Costandinos&lt;br /&gt;Ano: 1976&lt;br /&gt;Facto: "Diners Only" de The Avalanches tem uma amostra recolhida de "Love in C Minor".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-3713178164465957398?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/11/disco-disco-disco-5.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-5840335473260297716</guid><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T00:14:58.195Z</atom:updated><title>Seattle-Lisboa-Alfama</title><description>Ainda foi &lt;a href="http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2008/06/catadupa-apresenta.html"&gt;ontem&lt;/a&gt;. O convite da Feromona para alternar discos no lançamento do primeiro disco e agora chegou a hora de fazer uma espécie de retribuição: uma casa em Cascais para ser o estúdio de gravação do segundo disco. A Feromona não se faz de rogada e tomou de assalto a humidade das paredes brancas daquele quarto na casa da avenida íngreme. E promete mais poder na guitarra e na secção rítmica do que no primeiro disco e um retrato ainda mais alvi-negro-celeste da cidade e do homem. Roque éne Role a rasgar, canções lentas e poderosas, e palavras desiludidamente novas. Sim, é roque com quê de quá-quá. Aquele de Seattle-Lisboa-Alfama, Portugal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-5840335473260297716?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/seattle-lisboa-alfama.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-1663639560167762991</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 01:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T02:06:26.494Z</atom:updated><title>Balear</title><description>E de um instante para o outro nasce um novo som. Preparam-se as novas colheitas e pensa-se no que virá para a frente. Se no lado azul está tudo preparado para gravar para depois misturar, no lado praia a definição começa a chegar. Será balear. Balear. Lá para o fim da próxima Primavera já deverá existir algo mais concreto e final. A Praia Grande nasceu e nasceu com força. Numa madrugada em que nada acontecia e resolvi queimar tempo a estudar alguns temas que me despertaram a atenção. E este foi o instante, o instante em que tudo aconteceu e esse tempo já não volta mais. Um instante balear. Balear.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-1663639560167762991?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/balear.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-8422618292875314184</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 08:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T01:42:17.292Z</atom:updated><title>Direito e Amostras</title><description>O debate está na ordem do dia à custa de &lt;a href="http://staging.vimeo.com/6692499"&gt;"Feel it All Around"&lt;/a&gt; de Washed Out que tem uma amostra do tema &lt;a href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&amp;videoid=16436470"&gt;"I Want You"&lt;/a&gt; de Gary Low. O direito ao uso de amostras para criar novas canções. A minha opinião é simples neste caso e é a seguinte: seja qual for a forma de uso da amostra esta deve ser permitida sempre, sem autorização e sem qualquer contra-partida financeira até ao momento em que há um ganho extra, um bónus, com a canção em que se usou a amostra. Isto cria vários cenários sobre os direitos de autor e de publicação. Não quero pensar nisso agora. Outro pensamento com o qual me identifico é o do DJ Shadow e fica aqui em inglês:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;When I sample something, it's because there's something ingenious about it.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sampling_(music)"&gt;Leitura adicional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-8422618292875314184?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/direito-e-amostras.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-5683842121253009444</guid><pubDate>Sat, 24 Oct 2009 09:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T11:00:16.844+01:00</atom:updated><title>Fazer Coisas</title><description>Li um dia uma frase por aí, completamente redutora, que tentava explicar o que são os movimentos musicais e o aparecimento de novas bandas. Escrevia-se qualquer coisa como: “Isto é tudo malta que quer é fazer coisas”. Nada mais errado. Malta a querer fazer coisas é praticamente o mundo todo. O autor desta frase esquece-se que é complicado estar no sítio certo no momento certo e que isso exige trabalho, talento e sabedoria. Daqui, deste ponto privilegiado, observo o nascimento de muitas vontades e de muita vontade de fazer. Mas isso não basta, fazer coisas não basta. É preciso trabalho e talento. E sabedoria. Muita sabedoria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-5683842121253009444?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/fazer-coisas.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-2418201041821315018</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T01:21:38.220+01:00</atom:updated><title>Comentários</title><description>Se fizer uma retrospectiva deste blogue é inevitável observar uma evolução. No início dava mais espaço ao anúncio das actividades furiosas e com o nascimento do blogue da Amor Fúria deixei de usar a Ribeira. Passei a escrever do ponto de vista de quem observa, mas de dentro e não de fora. Curiosamente, a partir daí, algumas almas passaram a confundir as palavras que escrevia com as actividades que exercia. As caixas de comentários encheram-se de discussões acesas mas inócuas. Terei sido inocente ao acreditar que seria possível a separação entre a tarefa e a observação. Já perdi parte da inocência e pensei em acabar os comentários. Reconsiderei e valorizei a parte positiva de manter o blogue aberto aos comentários. Sem moderação excluindo os anónimos. Reservo contudo o direito de remover os comentários que julgue ofensivos e principalmente tolos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-2418201041821315018?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/comentarios.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-6078816712931846198.post-7830923759236039704</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 08:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T09:58:30.094+01:00</atom:updated><title>Canções, vídeos e sete polegadas</title><description>Ainda relacionado com a mensagem anterior, apetece-me destacar uma canção de uma banda não referida no artigo sobre o Verão e as suas zonas geográficas preferenciais. Trata-se da banda Best Coast, que é constituída por Bethany Consentino e Bobb Bruno. Bethany Consentino que saiu recentemente das Pocahaunted. Ando a escutar a cassette &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Where The Boys Are&lt;/span&gt;, gravada apenas por Bethany Consentino e também algumas canções perdidas, de alguns sete polegadas, que a banda pretende ir lançando de tempos a tempos, como se estivesse na época dourada dos &lt;span style="font-style:italic;"&gt;singles&lt;/span&gt;. Uma das canções ganhou um vídeo e é essa mesmo que quero destacar. "Something in the Way", Best Coast, realizado por Joseph Kell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="334"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6294037&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1"&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6294037&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="334"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6078816712931846198-7830923759236039704?l=ribeiradasnaus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ribeiradasnaus.blogspot.com/2009/10/cancoes-videos-e-sete-polegadas.html</link><author>almiranteramos@gmail.com (Almirante)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>