sexta-feira, 1 de abril de 2011

Escritura Lavrada

Na tarde quente do último dia do mês de Março do corrente ano, dirigimo-nos à rua da Mesquita, regressando àquele que foi o meu caminho durante anos quando ia para a Faculdade de Economia, entrando no edifício alto de arquitectura moderna pertencente a uma instituição bancária. Na sala Porto, voltada para Monsanto, reuniram-se os vendedores, os compradores e os fiadores, e assinaram-se os contratos que permitiram a compra da fracção daquele prédio antigo entre Marvila e o Beato. Tudo correu de forma cuidada e breve, até quando alguém sacou as notas do bolso para pagar a despesa inesperada. E assim se lavrou a escritura.

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