segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Há seis meses

O tempo é uma máquina imparável para que nada volte a ser como já foi. Mas é possível parar esta sucessão de momentos. Reviver e recordar. Reviver o que já foi e o que ainda continua a ser. Recordar como foi e o que nos levou até ali. Escolhendo os momentos que queremos segurar, como se estes nunca mais passassem, porque se eternizaram. Há seis meses a Igreja antiga recebeu os votos de dois esposos e hoje, passados seis meses, os votos são renovados. Esta é a razão que leva a quebrar o tempo e o passar das horas. Será tão importante recordar hoje a data de há seis meses, como será daqui a muitos anos reviver os tempos que ainda iremos passar juntos.

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