quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pulverizada

Na descoberta de novas bandas e de novas canções interessa-me sobretudo entender a forma e o conteúdo, uma determinada ideia ou sequência, um efeito de gravação ou repetição, seja esta ideia tocada ou produzida, inventada ou reinventada. Daquilo que já foi dourado e que hoje é lixo para voltar a brilhar com outra forma, outro sentimento e outra roupagem. É a clássica premissa de que nada se perde e tudo está em constante mudança. Em vez de tentar agrupar ou etiquetar, tento ouvir, entender e aprender, ou desaprender. Tudo está em constante atomização. Tentar agrupar algo que é atómico é como juntar qualquer coisa que foi pulverizada.

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