segunda-feira, 7 de março de 2016

Serenata à Chuva

Aquilo que eu visionei foi uma serenata à chuva. O clube de futebol do meu coração a defender na segunda parte, com unhas e dentes e alguma sorte, fruto da incompetência adversária, a magra vantagem que obteve através de um grego goleador. A chuva começou a cair e a defesa cada vez mais compacta. A bola não entrava e não entrou mesmo. Como naqueles jogos do campeonato italiano em que a defesa supera o ataque. Também há vitórias épicas a jogar à defesa, não goleámos, mas defendemos a nossa baliza, erguemos uma muralha e quando passaram essa muralha os adversários falharam o alvo. Sabe bem vencer assim, com competência e sorte. Sabe bem ser do glorioso, sabe bem ser do maior clube português no mundo, o maior de Portugal.

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