domingo, 4 de dezembro de 2011

Róque ou Morte

Um dia todos seremos Velhos. A banda mais bonita da cidade tornou o autocarro, por onde no dia anterior tinha passado a electrónica pópe de Salto, verdadeiramente eléctrico. As palavras ditas a gritar, a electricidade dos amplificadores a debitar todos os décibeis cá para fora. Uma multidão aos berros e aos saltos e Lisboa livre e aberta, como sempre foi e será. Isto aqui é róque ou morte. Antes, na sala de cinema dois, as batidas em repetição de Aquaparque, ruído branco e sub-graves. O segundo dia do festival acabou assim, com a roquidão de uma voz plena de potência à espera de um dia ser revelada. Róque ou morte.

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