domingo, 14 de junho de 2015

Primavera do Porto

Depois do agradecimento a quem me recebeu faltou escrever algo sobre o festival Primavera Sound do Porto. Ao invés do ano passado em que descrevi os dias do festival catalão um a um, concerto a concerto, prefiro desta vez escrever de uma forma geral a minha opinião ou visão dos três dias de festival. Começando pelo recinto, o melhor recinto do nosso país para receber um festival de grandes dimensões. Natureza e a cidade em simbiose quase perfeita. O desenho dos palcos também é quase perfeito, com três deles em colinas relvadas, com a possibilidade de visão de praticamente qualquer ângulo. É pena, por isso, que fiquemos com apenas uma parte da lista de bandas do festival de origem em Barcelona. Se a isso somarmos a sobreposição de bandas fortes à mesma hora, ficamos com menos de duas mãos cheias de bons concertos e mais algumas mãos cheias de concertos para encher os horários. Destaco alguns momentos: Patti Smith a tocar o Horses, momento nostálgico-emocionante do festival, Run the Jewels e o concerto mais punk de Hip Hop que já assisti, e mais uma boa mão cheia de bons momentos em vários concertos, de Caribou a Death Cab for Cutie, de HEALTH a Thurston Moore.

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