quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

De Ouro e Diamante

Há qualquer coisa nas batidas chungas dos grandes êxitos que passam nas rádios que supostamente não deveríamos escutar, que bate praticamente qualquer canção dedilhada e cantada de forma sentimental. Como se o sentimento não estivesse na interpretação da canção, mas no ritmo que as batidas impelem. As batidas e os teclados habilmente colocados por cima dessas mesmas batidas. A qualidade é duvidosa, e o sentimento todo ali à flor da pele. Refrãos em repetição constante, vozes carregadas de efeitos, espirais de trechos melódicos e sempre as mesmas variações. Essa novidade constante de cada vez que carregamos no play. De ouro e diamante e a sua qualidade é comprovada nos movimentos de anca que provocam.

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